A acne é uma patologia que afeta milhões de brasileiros – com números que chegam a 90% entre os adolescentes e aproximadamente metade da população adulta. Apesar de ser um problema muito comum, ela pode surgir em diferentes graus e estados – e é este diagnóstico que deve determinar o tratamento aplicado pelo especialista.
Contudo, não é incomum que os pacientes com acne possuam um incômodo pós-tratamento: as manchas nos casos leves a moderados e as cicatrizes nos quadros mais severos. As manchas surgem porque as espinhas são inflamações cutâneas que ativam a produção de melanina, causando o que os médicos chamam de pigmentação pós-inflamatória. Elas podem aparecer nas mais diversas formas, podendo ser arroxeadas, vermelhas ou marrons. Já as cicatrizes, podem ser atróficas (lesões profundas) – quando houve perda de tecido – ou hipertróficas (inchadas e avantajadas). Na formação das cicatrizes atróficas ou hipertróficas, durante o processo inflamatório, é formado um tecido fibrótico, mais endurecido nos locais acometidos.
Não existe um “segredo” para evitar o aparecimento dessas lesões. Especialistas afirmam que a predisposição do paciente para marcas e cicatrizes pode ser determinante, já que algumas peles são mais sensíveis que as outras. Outras causas para o surgimento das cicatrizes são o uso de tratamentos inadequados, a irritação nas lesões (estourar ou “cutucar” as espinhas) e a exposição solar excessiva.
Felizmente, as terapias existentes para o tratamento de cicatrizes têm se mostrado cada vez mais eficazes, obtendo resultados positivos clinicamente, auxiliando na restauração da autoestima e promovendo o bem-estar dos pacientes. Entre os tratamentos para esta condição estão o microagulhamento, o peeling e o preenchimento.
O microagulhamento é um procedimento onde são utilizadas microagulhas que perfuram a pele e estimulam a produção de colágeno. Já o peeling químico é um método eficaz e seguro para tratar alterações cutâneas de diversas naturezas, incluindo as manchas remanescentes da acne. No caso do preenchimento, utilizam-se substâncias permanentes ou não permanentes para preencher áreas da face que perderam o volume por conta da presença da acne.
Em todos os casos, são essenciais o diagnóstico e a indicação de um médico – afinal, cada caso é um caso e os tratamentos podem variar a partir de inúmeros fatores, como o tipo de cicatriz, o nível de sensibilidade da pele, a idade do paciente e etc.
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